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PRINCIPAIS MONUMENTOS

Grossmünster - Grande Catedral



Situada na margem leste do rio Limmat, a Grossmünsteer ressalta na paisagem pela imponência das suas duas torres simétricas. No exterior, a porta de bronze da entrada principal é ladeada por um portal românico. A estátua representativa de Carlos Magno, bem visível na torre sul, é uma reprodução. O original, que se encontrava nesse mesmo lugar, foi deslocado, para sua preservação. para a cripta da Igreja. Segundo a lenda, Carlos Magno, entre os finais do século VIII e o início do século IX, havia fundado uma igreja, neste mesmo local, sobre os túmulos das mártires Santa Felícia e de Santa Régula. A construção do actual templo iniciou-se por volta de 1100, tendo as cúpulas sido concluídas quase quatro séculos depois. No seu interior, ressaltam vitrais de Augusto Giacometti, datados de 1932.

Igreja de São Pedro



O maior relógio da Europa




ZURIQUE

Texto e imagens de Jorge de Freitas

Imagens e textos complementares serão inseridos brevemente


Zurique é a maior cidade da Suíça. Situa-se na margem norte do lago com o mesmo nome, sendo atravessada pelo rio Limmat. Teve a sua origem num pequeno povoado celta estabelecido no século I a.C. no Lindenhof, monte que hoje integra o centro da cidade. Os Romanos construíram sobre este povoado uma fortaleza, substituída, no século IX, por um palácio carolíngio. Em 1218, Zurique foi integrada no Sacro Império Romano e, em 1351, na Federação Helvética. Na idade Média já Zurique era um importante centro de comércio da lã, seda, linho e couro, enriquecendo os mercadores locais. A partir do século XIX, à semelhança de outras cidades europeias, Zurique tem um rápido desenvolvimento industrial. O facto de ter ficado neutral nas duas guerras que assolaram a Europa na primeira metade do século XX, contribuiu para a transformar numa praça financeira segura e no mais importante mercado de ouro a nível mundial. As mais importantes instituições bancárias suíças e estrangeiras estão representadas nesta cidade, acolhendo nos seus cofres fortunas oriundas de todo o mundo devido não só à segurança que advém da estabilidade financeira do país como igualmente da estrita confidencialidade de que gozam as contas bancárias.
Para percorrer o centro histórico da cidade, torna-se praticamente desnecessário o recurso a um mapa. Da neo-renascentista estação central dos combóis, no centro da urbe, parte, paralelamente ao rio Limmat, a Rua da Estação, a via mais conhecida de Zurique (ver destaque). No fim desta artéria, inicia-se o lago de Zurique, estendendo-se a cidade ao longo de ambas as margens. A meio deste percurso, de um e outro lado do rio Limmat, erguem-se as altas torres das 4 mais importantes igrejas (ver destaque), as quais são visíveis de toda a cidade.

Rio Limmat



Este rio divide ao meio o centro histórico da cidade. Junto às suas margens encontram-se os principais monumentos da cidade.

Banhofstrasse - Rua da Estação



É a mais conhecida e importante artéria de Zurique. Inicia-se na Bahnhofplatz, em frente à estação Central dos Comboios, prosseguindo de norte para sul, até atingir o Lago de Zurique. A curta distância desta, acompanhando-a do lado esquerdo, corre o rio Limmat.
Ao longo do seu percurso, é ladeada pelas instalações das mais prestigiadas instituições bancárias e por requintadas lojas comerciais. Os preços praticados na maioria das lojas não estão ao alcance das bolsas mais modestas, fazendo juz à fama que desfruta de ser a mais cara rua da Suiça... Poderá, no entanto, deleitar-se com os artigos expostos nas montras, desde relógios suiços vendidos a milhares de francos até fruta lustrosa, artisticamente exposta. Os pratos servidos nos restaurantes seguem, também, estes preços... Se enveredar por umas das sinuosas ruas, em direção ao rio Limmat, encontrará restaurantes um pouco menos dispendiosos. E, para bolsas menos recheadas ou para quem tem pressa, há sempre a possibilidade de entrar na loja de uma conhecida cadeia internacional de fast-food, bem visível num jardim situado à direita, logo no início da Rua da Estação...
Se lhe sobrar algum tempo, poderá apreciar, no número 31 desta rua, o Uhrenmuseum Beyer, museu com uma interessante colecção de relógios.
A Bahnofstrass termina na Bürkliplatz, onde poderá apanhar um dos barcos que fazem aprazíveis cruzeiros no lago de Zurique e no rio Limmat.

Zürichhorn Park



Este parque fica na margem leste do lago de Zurique, a cerca de 40 minutos, a pé, do centro da cidade. É muito frequentado pelos habitantes desta urbe, especialmente nos meses de verão. Os seus relvados enchem-se de pessoas de todas as idades, muitas das quais secando-se ao sol, após terem nadado nas águas puríssimas do lago de Zurique. Para quem está habituado às tépidas temperaturas do nosso Algarve, só o pensamento de mergulhar nestas águas bem frias arrepia. Isso não constituiu qualquer problema para os zuriquenses, especialmente para os apaixonados, que afastam a eventual frieza das águas enlaçando-se ternamente.



Em frente, do outro lado do lago, diversos repuxos de água
desenham etéreas figuras


É muito aprazível sentarmo-nos num dos inúmeros bancos de madeira estrategicamente plantados à beira das margens, com os pés em cima de pequenas rochas meio cobertas pela água, poiso para pardais e porto de abrigo para patos e cisnes que, airosamente, conduzem as suas ninhadas entre os inúmeros banhistas. Em frente, do outro lado do lago, diversos repuxos de água desenham etéreas figuras e, à direita, divisa-se o centro histórico da cidade, subjugado à imponência das altas torres das igrejas.



Escultura da autoria de Henry Moore


Duas esculturas sobressaem neste jardim: uma a norte, da autoria de Henry Moore e outra a sul, criada por Jean Tinguely para a exposição de Lausanne de 1964. Esta última, denominada Eureka, possui um mecanismo que é posto a funcionar todos os dias, de Abril a Outubro, às 11h15 e 17h15.
Um rectângulo murado envolve um encantador jardim chinês oferecido a Zurique pela cidade geminada de Kunming. A entrada é paga mas, através do gradeado, é possível ficar-se com uma ideia das plantas, lagos e elementos decorativos diversos que lhe dão um acentuado ambiente oriental.
Para terminar a visita a este parque, não deixe de passar junto ao atelier em madeira do escultor suíço Hermann Haller, excelente exemplar da arquitectura Bauhaus e, admirar, ao lado, uma construção projectada por Le Corbusier, em cujo interior existe hoje um museu dedicado às artes gráficas.
No cruzamento da Seefeldquai com a Kausstrasse, encontra-se o museu Johann Jacobs, dedicado à história social do café na Europa. Para além de pinturas e desenhos alusivos a este tema, podem ser observados louças, pratas e outros utensílios utilizados para saborear esta bebida.

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