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Efemérides do dia 22 de dezembro



Nascimento do guarda-redes português Costa Pereira
Faleceu a 25 de outubro de 1990

A 23 de dezembro de 1929, nasce em Nacala (Moçambique), o guarda-redes português Alberto da Costa Pereira.

Representou o Benfica durante 13 épocas, entre 1954/55 e 1966/67, primando pela segurança, pela decisão e pela audácia.

Estreou-se no Jamor, juntamente com Coluna, a 5 de Setembro de 54, frente ao FC Porto, em jogo de carácter particular.

Fez 477 jogos, tendo sofrido 502 golos.

Teve o ponto alto da sua carreira na conquista dos Campeonatos Europeus de Clubes de 1960/61 e 1961/62.

Revolucionou, com as suas qualidades exemplares, a técnica dos guarda-redes. Suportava cargas com facilidade e era arrojado no "mergulho". Possuía um estilo elegante e destacava-se, como nenhum outro guardião, no jogo aéreo. Era comum vê-lo arrancar defesas impossíveis. Marcou com toda a sua classe a baliza benfiquista e da Seleção Nacional, que representou em 22 jogos.

Para além de ter sido Bicampeão Europeu, conquistou, pelo Benfica, 7 Campeonatos Nacionais e 5 Taças de Portugal.

Fonte: Site do Sport Lisboa e Benfica

Morte de José Régio
Nasceu a 17 de setembro de 1901

A 22 de dezembro de 1969, morre, em Vila do Conde, o escritor português José Régio, pseudónimo de José Maria dos Reis Pereira.

Régio abordou as diversas formas literárias: a poesia, o texto dramático e a ficção em prosa. Escreveu, ainda, Correspondência, Ensaios, Críticas e História da Literatura.

Em 1926, publica o seus primeiros textos poéticos: Poemas de Deus e do Diabo.

A sua obra Benilde ou a virgem-mãe estreia a 15 de novembro de 1947, no Teatro Nacional, em Lisboa, encenada por Amélia Rey-Colaço. Em 1975, Manoel de Oliveira haveria de realizar um filme baseado neste drama.

Na ficção, poderemos salientar Davam grandes passeios aos domingos (1941), considerada uma das suas obras mais relevantes.

Em 1965, Amália Rodrigues grava um LP que receberia o nome da composição de abertura: Fado português, da autoria de José Régio.

Em conjunto com Branquinho da Fonseca e João Gaspar Simões, funda, em 1927, a revista Presença, que viria a ser publicada, de forma irregular, durante treze anos. Esta revista impulsionaria o segundo modernismo português.

Régio escreveu em praticamente todos os jornais e revistas importantes da sua época, sendo digna de relevo a sua participação na Seara Nova.