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Efemérides do dia 10 de janeiro



Nascimento do artista plástico português Júlio Pomar
Faleceu a 22 de maio de 2018

A 10 de janeiro de 1926, nasce, em Lisboa, o artista plástico português Júlio Pomar.

Pertenceu à 3ª geração de pintores modernistas portugueses, sendo autor de inúmeras obras centradas na pintura, desenho, cerâmica e gravura

A intervenção plástica que realizou para Estação do Alto dos Moinhos do Metropolitano de Lisboa é, sem dúvida alguma, a sua obra mais conhecida.

Pomar faleceu a 22 de maio de 2018 mas, para os milhares de utentes do Metropolitano de Lisboa ele é eterno, pois têm a possibilidade de apreciar diariamente os seus desenhos representativos de quatro dos maiores nomes das letras portuguesas: Camões, Bocage, Fernando Pessoa e Almada Negreiros.

Surge a primeira aventura de Tim-Tim

A 10 de janeiro de 1929, surge, no suplemento infantil Le Petit Vingtième, a primeira prancha com as aventures de Tim-Tim.

As aventuras deste jovem repórter belga constituíram um êxito tão assinalável que, passados 17 anos, ganhou uma revista com o seu nome, Le Journal de Tintin.

Portugal foi o primeiro país não francófono a publicar as aventuras deste herói, na revista O Papagaio - um suplemento infantil da Rádio Renascença. Apareceu, de seguida, no Diabrete, no Cavaleiro Andante, no Foguetão e no Zorro, revistas de histórias aos quadradinhos, como na altura era designada a banda desenhada.

Em 1968, surge, em Portugal, a revista Tintim que continua a apresentar as aventuras do personagem que lhe deu nome.

O Primeiro álbum deste herói publicado em Portugal foi Tim-Tim na América do Norte.

Traduzido em praticamente todas as línguas do mundo, tem vindo a encantar sucessivas gerações.

A pasassagem desta personagem da banda desemhada para a 7.ª arte contribuiu significatimente para a sua popularidade até aos dias de hoje.

Moulinsart (sociedade belga que gere o legado de Hergé) abriu recentemente em Lisboa, ao lado do Museu dos Coches, uma loja onde pode ser encontrado todos os elementos que giram à volta de Tim-Tim, nomeadamente o célebre foguetão vermelho com que este herói esteve na Lua.

Rio: cidade-mártir

De 10 a 13 de janeiro de 1966, o Rio de janeiro foi fustigado, durante 96 horas, por um dilúvio que parecia não ter fim.

Do outro lado do Atlântico, o jornal lisboeta Diário Popular lamentava esta ocorrência com o título «Choveu tragédia sobre o Rio, a cidade maravilhosa».

Este dilúvio entrou para a história como o pior do século XX nesta urbe: durante quatro dias o Rio parou, tendo ocorrido mais de quinhentas mortes.

Fonte: Diário Popular n.º 8349, de 12-01-1966, 24º ano de publicação, pp. 1, 15 e 16