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acontecimentos do ano
1900



Morte de Eça de Queirós
Nasceu a 25 de Novembro de 1845

A 16 de agosto de 1900, morre, em Paris, o escritor português José Maria Eça de Queirós [ou Queiroz, conforme a grafia vigente na sua época]. Quando era finalista do curso de Direito da Faculdade de Coimbra, inicia a sua carreira nas letras, com folhetins dominicais na Gazeta de Portugal. De 1866 a 1875, Eça escreve temas românticos mas já com processos de descrição realista. Fazem parte desta época, Prosas Bárbaras, Mistério da Estrada de Sintra e alguns Contos. De 1875 a 1887, entra na fase realista, com uma forte crítica social. Neste período, cria o romance de costumes, com análise objetiva e, por vezes, até cruel da sociedade, tendo por sustentáculo a ironia. O Crime do Padre Amaro, O primo Basílio, O Mandarim, A Relíquia, Uma Campanha Alegre e Os Maias pertencem a este período, sendo esta última obra considerada o expoente máximo do realismo português. Numa terceira fase, de cariz nacionalista / realista (1887 a 1900), de tendências por vezes excessivas, embora atenuadas pela moderação e pelo sarcasmo, inserem-se A Ilustre Casa de Ramires, A Cidade e as Serras, A Correspondência de Fradique Mendes, Últimas Páginas e Contos diversos.

Morte de Friedrich Nietzsche
Nasceu a 15 de outubro de 1844

A 25 de agosto de 1900, morre em Weimar, Império Alemão, Friedrich Wilhelm Nietzsche, filósofo, filólogo, poeta, crítico cultural e compositor prussiano do século XIX.

Escreveu vários textos críticos sobre a religião, a moral, a cultura contemporânea, a filosofia e a ciência.

Entre a sua vasta produção textual, destacamos, pela sua relevância, Assim falou Zaratrusta (1891) e Ecce Homo (1908).