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E F E M É R I D E S

6 DE JULHO


1935 - Nascimento do 14º Dalai Lama

A 6 de Julho de 1935, nasce, em Taktser, o líder religioso tibetano Lha-mo Don-'grub. Filho de agricultores, recebe todas as honras de Chefe de Estado e Espiritual do Tibete, após ter sido identificado como a encarnação de Bodhisattva da Compaixão e haver estudado o budismo, história e filosofia. Entronado como o 14º Dalai Lama, assume o nome de Ngawang Lobsang Yeshe Tenzin Gyatso. Em 1959, foi obrigado a abandonar o Tibete, após a China ter considerado aquele país como fazendo parte do seu território, vivendo, desde então, no exílio. Foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da paz em 1989, pela luta pacífica que vem desenvolvendo em prol dos direitos humanos no mundo.


1945 - Anúncio da Construção do Bairro do Calhabé, em Coimbra

A 6 de Julho de 1945, é anunciada a construção do Bairro do Calhabé que "[...] será amanhã o grande bairro de Coimbra. [...] Ao contrário de Lisboa, que se vai afastando do Tejo, Coimbra aproxima-se cada vez mais do seu rio...".




Fonte: Dário de Notícias 28519, de 08/07/1945, p. 1


1955 - Portugal começa a exportar papel de jornal

A 6 de Julho de 1955, parte do porto de Leixões, com destino a Roma, o navio Pilarella com um carregamento de papel de jornal fabricado em Portugal. Até esta data, toda a produção nacional era dirigida apenas ao consumo interno.




Fonte: Dário de Notícias 32102, de 08/07/1955, p. 2


1955 - Remodelação Ministerial

Ao princípio da noite de 6 de Julho de 1955, é anunciada uma remodelação ministerial. Para Ministro da Presidência é nomeado o Doutor Marcello Caetano e para as pastas das Finanças, Ultramar, Educação e Corporações, os Doutores Pinto Barbosa, Raul Ventura, Engenheiro Leite Pinto e Doutor Veiga de Macedo. O Major Kaulza de Arriaga e o Engenheiro Carlos Abecassis são, respectivamente, os Subsecretários da Aeronáutica e do Ultramar.


Fonte: Dário de Notícias 32101, de 07/07/1955, pp. 1 e 2


1966 - A Carris autoriza o seu pessoal a trabalhar em mangas de camisa nos dias de calor

A 6 de Julho de 1966, correspondendo a uma campanha levada a cabo pelo Diário Popular que se insurgia pela obrigatoriedade, por parte de inúmeros servidores públicos - carteiros, empregados da Carris, agentes da P.S.P., entre outros, do uso do pesado dólmen e da torturante gravata durante os rigores da canícula, a Carris, empresa de transportes urbanos da cidade de Lisboa, delibera, com um «louvável gesto de compreensão», que o seu pessoal possa trabalhar em mangas de camisa nos dias de calor.


Fonte: Dário Popular 8521, de 06/07/1966, pp. 1 e 8


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