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1 - Epaminondas
2 - Esopo
3 - Santo Estevão
5 - Gregório VII
6 - Afonso de Albuquerque
7 - Thomas Cromwell
8 - Juan de Padilla
9 - Henrique VIII
10 - Inácio de Loyola
11 - Ana Bolena
12 - Isabel I de Inglaterra
13 - Maria Stuart
14 - Ninon de Lenclos
15 - Vatel
16 - John Locke
17 - Frederico II da Prússia
18 - Maria Antonieta
19 - Jorge IV
20 - George Washington
21 - Adam Smith
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22 - Conde de Mirabeau
23 - Amadeus Mozart
24 - Vittorio Alfieri
25 - Goëthe
26 - Madame de Staël
27 - Lord Byron
28 - Madame Roland
29 - Bocage
30 - Almeida Garrett
31 - Walter Scott
32 - Sir Horatio
33 - Ludwig von Beethoven
34 - Friedrich Schiller
35 - Benjamin Disraeli
36 - Inocêncio da Silva
37 - Guilherme Braga
38 - Alfred Taunay
39 - Visc. de Rio Branco
40 - Richard Wagner
41 - Rosalía de Castro
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Caio Júlio César100 - 44 a.C.
Até tu, Brutus, meu filho?
Caio Júlio César, general romano, conquistador, tribuno e historiador. Conquistou as
Gálias, esteve no Egipto (onde teve uma relação amorosa com Cleópatra), passou a
África e submeteu a Hispânia. Aumentou consideravelmente as fronteiras do mais
organizado império jamais existente – o romano. A sua audácia e astúcia, tornaram-no
numa lenda. Amado e odiado, conseguia movimentar-se na complexa teia de influências
da Roma de então. De chefe militar passou a ditador fundador do império mais sólido
de sempre. Como senador foi brilhante. Teve diversos adversários como Catilina.
César cria um triunvirato com Pompeu e Crasso e distribuem entre si os poderes do
Estado. Fazem então alianças matrimoniais, Pompeu casa em quartas núpcias com Júlia,
filha de César e ele casa pela terceira vez com Calpúrnia, filha de um político
influente. No ano de 54 o triunvirato termina. A sua desmedida ambição leva-o a ser
quase um monarca e querer ser considerado divino. Sem ter sido imperador é sem
sombra de dúvida a mais conhecida figura da História Romana e mentor de grandes
militares e políticos de diversos países.
Júlio César cai em desgraça perante os seus pares e é assassinado, em pleno Senado,
por 60 conjurados, entre eles um familiar insuspeito: o seu próprio sobrinho e filho
adoptivo. Surpreso, César disse em latim: Tu quoque, Brute, fili mi? (Até tu,
Brutus, meu filho?)
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