1916 - Vergílio Ferreia Faleceu a 1 de Março de 1996
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A 28 de Janeiro de 1916, nasce, na aldeia de Melo (Concelho de Gouveia), o escritor português Vergílio Ferreira, autor, entre outras, das seguintes obras:
Manhã Submersa (1954), Aparição (1959), Nítido Nulo (1971) e Conta-Corrente (1980-1988).

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A 28 de Janeiro de 1924, morre, em Lisboa, Joaquim Teófilo Fernandes Braga, político, escritor e ensaísta português. Completou o mandato de Manuel de Arriaga
como Presidente da 1ª República, entre 29 de Maio e 4 de Agosto de 1915.

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1967 – É inaugurado, em Luanda, o novo edifício do Banco Comercial de Angola
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A 28 de Janeiro de 1967, é inaugurado, em Luanda, o novo edifício do Banco Comercial de Angola.
Fonte: Diário Popular nº 8723, de 28-01-1967, 25º ano de publicação, p. 2

O Banco Comercial de Angola, SARL (BCA) foi o primeiro banco de raiz a abrir as suas portas em Angola, a 24 de Janeiro de 1956.
No princípio teve a sua Sede Administrativa em Lisboa, na Avenida Fontes Pereira de Melo, 19-2º e a sede social em Luanda, na Rua Rainha Nzinga, onde
actualmente se encontra a funcionar o Centro de Imprensa Aníbal de Melo. A 14 de Agosto de 1975, o Estado Angolano coloca o BCA e a restante Banca
Privada sob o seu controlo directo. Tomando por base os activos e passivos do BCA, a lei nº. 70/76, de 10 de Novembro, cria o Banco Popular de Angola
(BPA). A 16 de Agosto de 1991, o BPA passou a Banco de Poupança e Crédito, SARL, através do Decreto nº. 47/91 do Conselho de Ministros da Republica
de Angola.
Fonte: História do Banco de Poupança e Crédito
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1968 – Américo Tomás parte para uma Viagem de Estado à Guiné e a Cabo Verde
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A 28 de Janeiro de 1968, o Presidente da República, almirante Américo de Deus Rodrigues Tomás, parte para uma Viagem à Guiné e Cabo Verde, a bordo do Funchal.
O Diário Popular desse dia revela que as cerimónias da partida «revestiram-se de grande solenidade, estando presentes as mais representativas figuras da
vida nacional e, ainda, o corpo diplomático acreditado em Lisboa».
Fonte: Diário Popular nº 9081, de 28-01-1968, 26º ano de publicação, p. 1

Esta viagem realiza-se numa altura em que a situação militar na Guiné se deteriorava e Portugal estava a ser cada vez mais pressionado
pela comunidade internacional no sentido de entregar os seus territórios ultramarinos aos movimentos de libertação. Com esta viagem à Guiné e a Cabo Verde,
o regime pretendia que a comunicação social estrangeira pudesse ter imagens das populações ultramarinas saudando efusivamente a «veneranda» figura do mais
alto magistrado da nação, contrariando, assim, a ideia de que estas vivam revoltadas com a presença colonial portuguesa. Para que este plano surtisse o
esperado efeito, foram organizadas manifestações de apoio «expontâneo» por parte das populações guineenses e cabo-verdianas e o corpo diplomático acreditado
em Lisboa foi convidado a estar presente à partida do Chefe de Estado. | |
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