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E F E M É R I D E S

24 DE JANEIRO

O navio Estremadura entra ao serviço da carreira Lisboa-Barreiro

A 24 de janeiro de 1961, entra ao serviço da carreira fluvial entre Lisboa e o Barreiro, o navio Estremadura. Com uma lotação de 1022 passageiros, pode fazer a travessia em 25 minutos, tempo inferior em 10 minutos ao praticado pelas outras embarcações.

Fonte: Diário de Lisboa nº 13691, de 24-01-1961, p. 3

Em 1961, para além do Estremadura, entra igualmente ao serviço da carreira Lisboa – Barreiro o navio Alentejo. Fazem parte de um total de 6 unidades idênticas construídas pelos Estaleiros de Viana do Castelo. Os restantes navios seriam entregues em 1968 (Trás-os-Montes e Minho) e 1970 (Alentejo e Lagos). Manter-se-iam ao serviço até 2004, altura em que seriam substituídos por catamarans capazes de fazer o mesmo percurso em 10 minutos.

Morte de Sir Winston Churchill      Nasceu a 30 de novembro de 1874

No termo de uma agonia de nove dias que comeveu o mundo, morre, em Londres, a 24 de janeiro de 1965, Sir Winston Churchill, estadista e historiador britânico.

Fonte: Diário Popular n.º 8003, de 24-01-1965, p. 1 e 15

Por ocasião do 90º aniversário do seu nascimento, o Diário de Lisboa havia escrito: «O [seu] nome tem significado universal e, em toda a parte, se invoca como um símbolo. Sem ele, seria diferente o destino dos povos». O mesmo jornal vespertino informava que, nesse dia natalício, Sir Winston Churchill havia recebido um número «record» de 60 000 telegramas, cartas e bilhetes com votos de felicidade.

Fonte: Diário de Lisboa n.º 15073, de 30-11-1964, p. 1 e 14

No dia em que é votada a sexta constituição brasileira, Rio e São Paulo estão sofrendo os efeitos de contínuos temporais

A 24 de janeiro de 1967, é votada, no Brasil, sob pressão dos militares, a sexta constituição daquele país, tentando institucionalizar e legalizar o regime militar resultante da Revolução de 1964. No mesmo dia, vastas regiões do Rio de janeiro e de São Paulo encontravam-se sem energia elétrica devido às chuvas torrenciais que haviam caído nos últimos 4 dias, com especial incidência na noite anterior, provocando um rasto de destruição. Automóveis e pessoas tinham sido arrastados como pedaços de papel pelas águas em fúria. No dia seguinte, calculava-se que, entre mortos e desaparecidos, o número de vítimas rondaria os 700.

Fonte 1: Diário Popular nº 8719, de 24-01-1967, 25º ano de publicação, pp. 1 e 16
Fonte 2: Diário Popular nº 8720, de 25-01-1967, 25º ano de publicação, pp. 1 e 16
Fonte 3: Diário Popular nº 8721, de 26-01-1967, 25º ano de publicação, p. 1