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E F E M É R I D E S

21 DE JANEIRO

1793 - Revolução Francesa: execução de Luís XVI na guilhotina.

Às 10 horas e 20 minutos do dia 21 Janeiro de 1793, o rei francês Luís XVI é guilhotinado, em Paris, na antiga Praça Luís XV, actual Praça da Concórdia.


1854 - É criada uma comissão para organizar a participação de Portugal na exposição de Paris de 1855

A 21 de Janeiro de 1854, é criada uma comissão para organizar a participação de Portugal na exposição Universal de Paris, a realizar de 15 de Maio a 15 de Novembro de 1885. Designada Exposition Universelle des Produits de l'Agriculture, de l’Industrie et des Beaux Arts, situou-se nos Champs-Élysées, na margem direita do rio Sena, tendo acolhido, segundo o relatório oficial, 5 162 330 visitantes. Participaram neste evento 34 países.

Fonte: Exposições Universais Parisienses Oitocentistas, Ana Patrícia Quaresma Lopes, 2007, Univ. Coimbra


1885 - É suspensa a publicação do semanário ilustrado humorístico O António Maria, de Rafael Bordalo Pinheiro.

A 21 de Janeiro de 1885 é suspensa a publicação do semanário ilustrado humorístico O António Maria. O primeiro número deste semanário saiu em 12 de Junho de 1879, prometendo fazer "em prosa e em verso, à pena e a carvão, a silhueta da sociedade portuguesa do último quartel do século XIX". Publicou-se de 1879 a 1885, tendo reaparecido, numa 2ª série, de 1891 a 1899. O António Maria viria a converter-se no mais notável álbum de caricaturas até então produzido em Portugal. Fundado e dirigido por Rafael Bordalo Pinheiro, contou com a colaboração literária de Ramalho Ortigão e de outras conhecidas figuras da época.


1961 – Morte de João Villaret      Nasceu a 10 de Maio de 1913

A 21 de Janeiro de 1961, morre, em Lisboa, João Henrique Pereira Villaret, actor, encenador e declamador português. Artistas e intelectuais desfilaram perante a urna com os restos mortais de João Villaret e milhares de pessoas estiveram presentes no seu funeral, numa impressionante manifestação de pesar.
Fonte 1; Diário de Lisboa nº 13688, de 21-01-1961, pp 9 e 10
Fonte 2; Diário de Lisboa nº 13689, de 22-01-1961, pp. 1 e 14


1967 – A Previdência abrange, em Portugal, 51% da população activa

A 21 de Janeiro de 1967, José João Gonçalves de Proença, ministro das Corporações e Previdência Social, revela que 51% da população activa em Portugal se encontra abrangida pelos esquemas da Previdência Social, percentagem que, em 1960, se reduzia a 33%.
Fonte: Diário Popular nº 8716, de 21-01-1967, 25º ano de publicação, pp. 1 e 8

«Em 1965, pela Portaria n.º 21546, de 23 de Setembro, foi criada a Caixa Nacional de Pensões. Esta instituição destinava-se a assegurar, no âmbito nacional, a concessão de prestações diferidas aos beneficiários das Caixas de Previdência e Abono de Família e seus familiares nas eventualidades de invalidez, velhice e morte. Em 6 de Novembro de 1973, através do DL n.º 584/73, o Ministério das Corporações e Previdência Social passou a designar-se Ministério das Corporações e Segurança Social, salientando-se o facto de, pela primeira vez, surgir a expressão “Segurança Social”. Com a “Revolução de 25 de Abril de 1974” foi publicado o DL n.º 203/74, de 15 de Maio, que introduziu alterações significativas no modelo de política social até então existente com a criação do Ministério dos Assuntos Sociais, englobando este as Secretarias de Estado da Saúde e da Segurança Social, e o Ministério do Trabalho».
Nota histórica transcrita do site do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social.

Os Serviços Médico-Sociais da Federação das Caixas de Previdência e Abono de Família, sob a tutela do Ministério das Corporações e Previdência Social, detinham, em todo o país, postos de assistência cujos terapeutas eram popularmente conhecidos por «Médicos da Caixa»..

«O médico da "Caixa" já não existe. Teve o seu tempo, fez o seu papel, a meu ver bem feito, resolvendo tudo o que lhe surgia, com os meios da época. Agora, é ao Clínico Geral - Médico de Família que cabe esse papel, de responsabilidade generalizada, da saúde do cidadão».
Artigo de opinião do Dr. José Manuel Morna Ramos, in DN Madeira, 2 de Abril de 2009


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