1355 - Morte de Inês de Castro
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Razões de ordem política levam o rei D Afonso IV a mandar executar Inês de Castro, amante do seu filho D. Pedro.
Esta cruel tarefa é levada a cabo, a 7 de Janeiro de 1355, por três elementos da nobreza: Álvaro Gonçalves, Diogo Lopes Pacheco e Pero Coelho.
Aproveitando a ausência de D. Pedro numa caçada, dirigem-se ao Paço de Santa Clara, em Coimbra, onde a bela Inês se encontra “posta em sossego” e
matam-na. Camões imortaliza, n'Os Lusíadas, os amores de Inês e D. Pedro, na estrofe CXX do Canto III:
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«Estavas, linda Inês, posta em sossego,
de teus anos colhendo doce fruto,
Naquele engano de alma, ledo e cego,
Que a Fortuna não deixa durar muito,
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Nos saudosos campos de Mondego,
De teus fermosos olhos nunca enxuto,
Aos montes ensinando e às ervinhas
O nome que no peito escrito tinhas. | |

1961 - Os funcionários administrativos deixam de trabalhar sábado à tarde
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Por despacho do ministro do Interior, os funcionários administrativos passam, a partir de hoje, a ter a tarde de sábado livre.
Para o efeito, terão de trabalhar, durante toda a semana, mais meia hora.
Fonte: Diário de Lisboa 13674, de 07/01/1961, p. 9
Numa época em que o único dia de descanso era o Domingo, esta determinação ministerial foi recebida
com grande regozijo.
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1977 – 15% de aumento para a Função Pública
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A 7 de Janeiro de 1977, o Presidente da República, General Ramalho Eanes, assina um decreto que aumenta em 15% o salário dos funcionários públicos.
O Sindicato dos servidores do Estado, que havia pedido um acréscimo de 2 000 escudos (10 euros) para todos os trabalhadores, comenta: «este aumento só
favorece quem ganha mais» …
Fonte: Diário Popular n.º 12127, de 07-01-1977, 35º ano de publicação, pp. 1 e 10
A inflação em Portugal foi de 18,3% em 1976 e 27,3% em 1977, pelo que este aumento de 15% proposto pelo governo para a Função
Pública revelou-se insuficiente para cobrir o aumento do custo de vida. | |
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