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A 6 de Janeiro de 1852, morre, vitimado pela tuberculose, Louis Braille, criador do sistema de leitura para cegos.
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1971 – Profunda remodelação do ensino em Portugal
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A 6 de Janeiro de 1971, o Ministro da Educação, em discurso televisionado e radiofónico, anuncia as bases de dois importantes documentos que irá
propor à discussão pública; cada português passará a frequentar obrigatoriamente a escola até aos 14 anos e, no caso de ter mais de 25 anos de idade,
poderá ingressar nas universidades se demonstrar suficiente maturidade.
Fonte: Diário de Lisboa n.º 17257, de 07-01-1971, 50º ano de publicação, pp. 1 e 3
A implementação desta medida iria ter grande impacto na sociedade portuguesa da época. Actualmente, através do
Decreto-Lei 64/2006, de 21 de Março, os maiores de 23 anos,
independentemente das habilita-ções académicas de que são titulares, podem candidatar-se à frequência do ensino superior mediante a prestação de provas
de competência. A partir do próximo ano lectivo, está prevista a extensão da escolaridade obrigatória até ao 12º ano. | |

1977 – Nem as vicissitudes da história alguma vez abalaram a nossa vocação ecuménica
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A 6 de Janeiro de 1977, o corpo diplomático acreditado em Lisboa apresentou, no Palácio da Ajuda, cumprimentos de Ano Novo ao Presidente da República,
general Ramalho Eanes. O Núncio Apostólico, decano do corpo diplomático, saudou o Presidente, apresentando votos de que «no novo ano, o povo português,
tão nobre e tão seguro dos princípios que lhe moldam a consciência, se sinta cada vez mais capaz de corresponder à sua vocação e ao seu destino».
Em resposta, Ramalho Eanes disse que «nós, os portugueses, enfrentamos o ano de 1977 conscientes das dificuldades que nos esperam […] Somos uma pátria
de entre as mais antigas da Europa e nunca a nossa projecção no Mundo que ajudámos a conhecer e a construir afectou a essência do que nos define como
povo, nem as vicissitudes da história alguma vez abalaram a nossa vocação ecuménica».
Fonte: Diário Popular n.º 12126, de 06-01-1977, 35º ano de publicação, pp. 1 e 24 | |

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A 6 de Janeiro de 2006, morre, no Porto, Ilse Losa, escritora portuguesa de origem alemã. Veio para Portugal em 1934, fugindo à perseguição nazi. É conhecida principalmente como autora
de textos para crianças e pelo seu livro sobre as memórias das perseguições aos judeus.
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