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As mulheres, no mundo ocidental, vivem mais tempo que os homens, assim o afirmam as estatísticas. Numa sociedade que ainda não soube rentabilizar a sabedoria dos mais velhos, esta é uma boa ocasião para apresentar 80 mulheres com 80 anos ou mais, que deixaram a sua marca na história dos povos. Privilegiámos as portuguesas. Espante-se com a diversidade de actividades que tiveram ou têm, desde os Nobel da Medicina e da Paz, à fotografia, meteorologia, teatro, literatura, desporto, política, moda, música e tudo o mais.


Marguerite de Crayencour Yourcenar
(1903-1987)


Escritora naturalizada norte-americana de origem francesa, filha de mãe belga e pai francês. Perdeu a mãe em bebé e o pai que já tinha cinquenta anos deu-lhe tudo o que Marguerite podia desejar. Oriunda de uma família aristocrata e rica teve a melhor educação. Desde cedo viajou e conheceu a cultura grega e latina. O seu mais importante livro que vendeu, só na altura, mais de um milhão de exemplares "Memórias de Adriano" que versa sobre a vida de um imperador da Roma clássica. A sua escrita é de enorme rigor e aborda da mesma maneira a mística oriental ou a homossexualidade. Foi a primeira mulher a ser admitida na Academia Francesa, em 1980 e isso deu-lhe um reconhecimento universal. Não casou. Radicou-se nos EUA com a sua companheira sentimental G. Fricks, na Ilha de Maine. Deixou textos primorosos como "Le Temps, ce grand sculpteur" ", ou "Comme l'eau qui coule" e ainda sobre o seu pensamento "Les yeux ouverts", 1980, que são uma série de entrevistas dadas a Mathieu Galey.


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